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Responsabilidade editorial

Política editorial

Este documento explica quem escreve, quem revisa, como as informações são verificadas e o que fazemos quando erramos. Vale para os 72 guias técnicos e para todo o conteúdo público deste domínio.

Última revisão em

Princípios que valem para todo conteúdo

Uma pessoa assina, e ela existe

Todo guia técnico deste site é assinado por Cesar Gargiulo, CEO e fundador da GUARDIASEC, que responde tecnicamente pelo que está publicado. A assinatura não é um rótulo de departamento: existe uma página com o nome, o vínculo e os perfis públicos dessa pessoa, e é para ela que a autoria aponta nos dados estruturados de cada artigo.

Conteúdo defensivo por decisão editorial

Os guias descrevem classes de falha, impacto e correção. Não trazem passo a passo de exploração, payload reproduzível nem ferramenta pronta contra alvo de terceiro. Essa linha existe porque o público do site é quem defende, e material ofensivo detalhado ajuda mais quem não deveria ser ajudado do que quem precisa corrigir.

Fonte oficial na frente de blog

Quando o assunto tem documentação de fornecedor, norma publicada ou texto de lei, a fonte citada é essa. Documentação da AWS antes de artigo sobre AWS, OWASP antes de resumo de OWASP, ANPD e Planalto antes de comentário sobre LGPD. As fontes ficam visíveis no rodapé do guia, com link direto e a indicação do que cada uma sustenta.

O que foi verificado e o que é exemplo

Cenário construído para ilustrar um ponto é apresentado como exemplo, com rótulo explícito. Nenhum caso de cliente é publicado, nem de forma anonimizada, sem autorização por escrito. Não existe neste site depoimento, logotipo de cliente, prêmio, certificação ou métrica de resultado que a GUARDIASEC não possa comprovar.

Segurança não é campo de promessa absoluta

Nenhum texto do site afirma que um controle elimina risco, que um ambiente fica seguro ou que uma medida garante conformidade. Reduzir caminhos prováveis de ataque é o que se pode prometer com honestidade, e é o que se promete.

Conteúdo comercial fica identificado como tal

As páginas de serviço têm intenção comercial declarada e falam do que a GUARDIASEC vende. Os guias técnicos não são publieditorial: quando indicam contratar apoio externo, dizem em que situação isso faz sentido e o leitor pode aplicar o conteúdo sozinho sem contratar nada.

Do assunto à publicação

O caminho que um guia percorre antes de entrar no ar.

  1. 1

    Pauta

    Um assunto entra na fila quando aparece de forma recorrente em avaliação técnica, quando a documentação oficial mudou o suficiente para invalidar o que se sabia, ou quando existe uma pergunta de busca real sem resposta boa em português.

  2. 2

    Produção

    O texto é escrito a partir da prática de avaliação e conferido contra a documentação oficial vigente. Comando, política e configuração publicados são verificados antes de entrar, e o que não puder ser verificado não entra.

  3. 3

    Revisão técnica

    Cesar Gargiulo revisa cada guia antes da publicação, verificando precisão técnica, ausência de instrução ofensiva, coerência com o que a GUARDIASEC afirma nos serviços e ausência de promessa absoluta.

  4. 4

    Publicação

    O guia entra com data de publicação, autoria nomeada, fontes e classificação temática. A data de última revisão é registrada e exibida na página, e é atualizada apenas quando o conteúdo muda de fato.

  5. 5

    Revisão periódica

    Conteúdo sobre serviço de nuvem, norma e legislação envelhece rápido. Guias desses temas são revisitados quando a fonte oficial muda, e não em ciclo fixo de calendário. Um guia revisado sem alteração de conteúdo não ganha data nova.

Correção de erros

Conteúdo técnico erra. O que separa uma publicação séria de uma descuidada é o que acontece depois que o erro aparece.

  • Erro técnico que muda a orientação é corrigido e a data de revisão do guia é atualizada.
  • Correção de digitação ou de clareza não altera a data, porque a orientação não mudou.
  • Quando a documentação oficial muda e invalida o que estava publicado, o guia é revisado, não removido.
  • Guia que deixa de fazer sentido é reescrito ou consolidado em outro, com redirecionamento, nunca apagado sem destino.
Reportar um erro em um guia

O que não fazemos

  • Não publicamos conteúdo para preencher calendário: um guia só existe quando tem o que dizer.
  • Não inflamos bibliografia com links que não sustentam nada do texto.
  • Não usamos dado estatístico sem fonte, nem número de mercado sem indicar quem mediu e quando.
  • Não aceitamos pagamento por menção, link ou recomendação dentro dos guias técnicos.
  • Não publicamos comparativo de fornecedor em que a GUARDIASEC tenha interesse comercial não declarado.

Perguntas sobre o conteúdo

Quem escreve o conteúdo técnico da GUARDIASEC?

A autoria e a revisão técnica são de Cesar Gargiulo, CEO e fundador da GUARDIASEC, que responde pelo conteúdo publicado. A assinatura aparece em cada guia e aponta para uma página com o vínculo institucional e os perfis públicos dessa pessoa.

A GUARDIASEC usa inteligência artificial na produção de conteúdo?

Ferramentas de apoio à escrita e à revisão podem ser usadas na produção, como qualquer editor de texto ou verificador. O que não muda é a responsabilidade: nenhum texto é publicado sem revisão técnica humana, e a responsabilidade pelo que está no ar é de quem assina, não da ferramenta. Se um erro técnico for publicado, a responsabilidade é nossa.

Como reportar um erro em um guia?

Escreva para [email protected] indicando a URL e o trecho. Erro técnico que muda a orientação é corrigido e a data de revisão do guia é atualizada. Erro de digitação ou clareza é corrigido sem alterar a data, porque a orientação não mudou.

Os guias sobre LGPD são orientação jurídica?

Não. Os guias tratam da camada técnica de segurança que sustenta a proteção de dados pessoais, e os que abordam obrigações legais trazem aviso explícito de escopo. Interpretação da lei, decisão sobre base legal e resposta a processo administrativo são competência do encarregado e da área jurídica da sua empresa.

Por que os guias não trazem passo a passo de exploração?

Porque o público do site é quem defende. Descrever a classe de falha, o impacto e a correção é suficiente para corrigir. Publicar técnica de exploração detalhada beneficia mais quem não tem autorização do que quem precisa proteger o próprio ambiente.

Vocês publicam casos de clientes?

Não sem autorização por escrito, e nem de forma anonimizada. Quando um guia descreve um cenário, ele é apresentado como exemplo construído para ilustrar o ponto, com rótulo explícito. Contrato de avaliação de segurança envolve informação sensível do ambiente do cliente, e isso não vira material de marketing.